sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Oi, eu sou Monick.

Oi, eu sou Monick. E isso é difícil pra caramba.
Eu nunca falo da minha vida.
Não que eu não tenha problemas ou que minha vida seja perfeita,
é que geralmente eu prefiro me expressar através de textos.
Estou bêbada. Ligeiramente bêbada.
Uma coisa eu aprendi, eu sempre enchia a boca pra falar que tenho os melhores
amigos do mundo. Não, eu não tenho.
Eles sequer são meus amigos de verdade.
Quando eu preciso, eles não me escutam. Quando eu preciso, eles
me deixam. Literalmente me deixam.
Então eu entendi que amizade é uma troca de interesses,
eu te escuto, você me faz sorrir, nós dançamos, nós bebemos, você
me pega em casa, eu te deixo em casa. Tudo é interesse.
Eu tenho meus interesses, você tem seus interesses. Não vou te cobrar por isso.

A dúvida do momento? Au pair.
Decidi ir aos Estados Unidos.
Medo? Sim, muito.
O desconhecido nos dá medo.
A sensação de tentar e não conseguir é horrível, frustrante.
Sim, muito medo.
Eu sei que barreiras existem em todo canto, mas tenta se imaginar num
canto em que você não pode fugir... Acho que a sensação de ir morar em
qualquer lugar que a gente desconheça é essa. Estamos livres, mas não
podemos fugir. Não sabemos como, nem pra onde. Então nos contentamos
em ficarmos presos.
1 ano às vezes passa rápido. Às vezes pode parecer uma eternidade.
Depende do referencial.
Mas são planos. Como tudo em minha vida, não sei se dará certo.

Minha namorada é minha vida. Ah, é. Sou lésbica.
Ia esquecendo de contar...
Algumas pessoas se dizem bi, ela mesmo se diz bi.
Eu acho homens bonitos, atraentes e até posso sentir vontade de beijar,
mas eu dou um prêmio, troféu, taça, medalha ao homem que conseguir
me conquistar. A gente é o que a gente é. Isso não muda.
Eu gosto de mulher, gosto de gostar de mulher, isso me faz bem.
E não é porque eu acho um homem beijável que sou bi.
Acho que eu teria que conseguir me envolver.

Sou ciumenta. Muito.
Cuido de quem eu amo. E na verdade, não amo muito.
Conto nos dedos de uma mão quem eu amo.
Depois que minha mãe morreu, tenho o terrível hábito de
perceber que posso viver sem as pessoas.
Elas são legais, únicas. Mas podemos viver sem.

Prefiro relacionamentos a amigos.
Poderia perder um amigo facilmente, mas perder um amor
é triste e doloroso.

Costumo pagar pela língua. Sempre que eu falo que eu nunca,
acaba acontecendo um "eu já". Então tento abolir o "nunca" do meu
vocabulário.

Algumas coisas são extremamente necessárias:
Beijar na boca uma vez na vida, fazer amor com quem a gente ama MESMO,
ver o mar, a lua, o pôr do sol e ficar só... Ficar só e lembrar de vários momentos
da sua vida.

É, estou bêbada.
É, amo você Thalita.
É, vou dormir.

domingo, 27 de setembro de 2009

E no fim tudo o que você quer é tentar me atingir. No fim, tudo o que você quer é chamar minha atenção. No fim, todas as pessoas são iguais. Todas as paixões são iguais. Todas as invejas são iguais. E toda forma de tentar esquecer, não é válida. Porque quanto mais tenta esquecer, mais se lembra. No fim, você quer um amor igual ao meu, uma vida igual a minha, uma paz igual a minha,
uma coragem igual a minha.
No fim você procura e não acha. No fim você só se perde... Tentando se destacar.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Eu aprendi Português e de nada adiantou, porque hoje em dia ninguém precisa saber escrever para ser rico, famoso ou ter um bom emprego.
Eu aprendi Matemática, mas de nada adiantou, porque hoje em dia tem calculadora até em régua. ( E há quem fale que algo saiu pela tangente, sem nem saber que isso é matemática).
Eu aprendi Geografia, mas de nada adiantou, porque eu ando ando e não saio do canto.
Eu aprendi História, mas de nada adiantou, porque ninguém se interessa pelos Persas mesmo.
Eu aprendi Literatura, mas de nada adiantou, porque quase ninguém entende a importância dos livros.
Eu aprendi Física, mas de nada adiantou, porque ninguém sabe nem por qual razão alguns ambientes ecoam.
Eu aprendi Biologia, mas de nada adiantou, porque a única coisa que falam e que provavelmente não sabem o que é, é que algo aconteceu por osmose. (É minha gente, osmose é Biologia).
Eu aprendi Química, mas de nada adiantou, porque no Brasil só se ouve falar em liberação dos gases e destruição da camada de ozônio, mas provavelmente ninguém sabe o que significa isso...

Se você ainda está na escola, não se preocupe, você não precisa aprender nada.
Apenas tente fazer contatos com pessoas influentes e consiga um bom emprego.
A sabedoria não vale nada no Brasil.

sábado, 12 de setembro de 2009

E se por alguma razão eu te decepcionar, por favor não feche a porta, eu vou me retratar.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Amor é amor. Era isso que deveriam pensar em primeiro lugar.
Os pais deveriam criar os filhos para o mundo, mas ao invés disso,
criam os filhos para eles. Daí o problema se o seu filho não sair
do jeito fácil da sociedade: O que vão pensar? O que vão falar
de mim ? Vão pensar que o defeito na criação foi meu. Meu Deus, onde
eu errei?
Os pais passam tanto tempo fazendo esse questionário absurdo em suas
cabeças que esquecem de perguntar: meu filho, você é feliz assim?
O seu companheiro(a) te faz bem? Nem sempre o que foge do padrão é ruim.
Nem sempre vamos entender o cabeça e o coração das pessoas, mas deixá-las
viver cada experiência, faz parte. E se no final, der errado...
Vamos lá, quem nunca chorou por amor?
Não estou dizendo que é fácil, mas não é impossível. Basta primeiro
aceitar que a culpa não foi sua, basta pensar que talvez ninguém
tenha culpa.
Daí talvez apareça a tão sonhada felicidade...

sexta-feira, 4 de setembro de 2009


A vida é como uma roda gigante. Às vezes estamos em cima e todos nos olham, às vezes estamos embaixo. Cabe a nós sabermos esperar a roda girar.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

E por acaso, nada significa para você, ser a alegria de alguém?