segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Precisamos tomar algumas decisões na vida. Algumas fáceis, outras nem
tanto. Podemos escolher o imediato, assim será fácil. Amigos de
mentira, amores de mentira, festas que não te levam a nada. Podemos
escolher o difícil: iremos sofrer, às vezes quase se arrepender... Mas
eu sei que um dia valerá a pena.

sábado, 7 de novembro de 2009

Dia desses eu vi um senhor deitado no chão. As pessoas simplesmente passam como se não existisse nada ali. Então eu pensei: Onde as pessoas aprendem a ser assim?
Eu tenho uma coisa de me importar com as pessoas. Acho chato e estúpido, mas eu me importo.
Se você precisa de mim, vou ao seu encontro. Se está doente, chateado, triste ou sozinho, eu me importo. Mas não deveria. Por muito tempo eu pensei que a gente ajuda para um dia ser ajudado, mas não, não é assim que funciona. Por mais que você se preocupe, tente e faça,
dificilmente será reconhecido. Dificilmente farão por você, isso quando não é apedrejado pelas costas. Então basta reconhecer para si mesmo que fazer o bem, faz bem. Ajudar faz bem.
Você pode se tornar uma pessoa seca e fria, pode ser do tipo que só pensa em si, pode ser um chefe abusivo, um filho rebelde, um pai alcoólatra, um amigo que deixa os outros quando mais se precisa. Eu pensei que pessoas assim não teriam alguém no fim, mas elas sempre tem. Não sei por quê. Talvez ainda não tenha chegado realmente ao fim.
Todo mundo fala por aí que não há povo melhor que o brasileiro. Discordo. Na verdade, qualquer povo é melhor que o brasileiro. Moramos em um país lindo, cultura diversificada, pessoas criativas. Mas brasileiro é egoísta. Se está bom para ele, para que sair do ócio e se preocupar com a vida do próximo? O importante aqui é que VOCÊ tenha um bom salário, VOCÊ não passe fome, VOCÊ tenha um bom atendimento em hospitais, VOCÊ tenha uma boa educação. E se morrerem na sua frente, o que você tem a ver, não é mesmo? Brasileiro é preguiçoso. É mais fácil dar bolsa escola, bolsa família, bolsa num sei das quantas do que consertar tudo desde o início. Então vira um ciclo vicioso, de novo.
Existem pessoas que mentem, existem pessoas que são enganadas e existem as pessoas que preferem ser enganadas do que acreditar na verdade dura. É escolha de cada um. Mas o sofrimento uma hora ou outra aparece. Acredito na mudança das pessoas, mas tenho convicção de que a maioria não quer mudar. Isso torna as pessoas presas no tempo, presas em si. Mudar é bom, mas é difícil.
Sou do tipo que se envolve. Dou minha alma quando gosto. Defendo, bato, grito quem precisar. Acho que quem faz o estilo “fiquei na minha ou prefiro não me envolver”, não é amigo de verdade.
Já encontrei o amor da minha vida, não troco por ninguém. Antes eu dizia que namoros acabam e amizades ficam. Hoje em dia, bem, eu não teria tanta certeza.
Mas eu sei, em tudo existem as exceções.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

A vida é cheia de vícios.
É chocante a quantidade de vícios que existem.
Acho que a pior parte de largar um hábito, é querer largar.
Quero dizer, ficamos viciados por uma razão, certo?
Sempre, quase sempre, o que começa como uma parte
normal da vida, em algum momento se torna uma obsessão,
compulsiva e fora de controle.
Estamos buscando a onda, a onda que faz todo o resto se dissolver.
Um problema do vício, é que nunca acaba bem. Porque uma hora,
o que quer que estava nos deixando chapados, pára de fazer bem,
e começa a machucar.
Mesmo assim dizem que você não larga um vício até chegar ao fundo do poço,
mas como você sabe que chegou lá?
O que quero dizer é que não importa o quanto algo está machucando a gente,
às vezes deixar isso para lá, dói ainda mais.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Por mais difícil que seja, querer algo,
as pessoas que mais sofrem, são aquelas que não
sabem o que querem.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Você pode ser tudo, menos comum.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Oi, eu sou Monick.

Oi, eu sou Monick. E isso é difícil pra caramba.
Eu nunca falo da minha vida.
Não que eu não tenha problemas ou que minha vida seja perfeita,
é que geralmente eu prefiro me expressar através de textos.
Estou bêbada. Ligeiramente bêbada.
Uma coisa eu aprendi, eu sempre enchia a boca pra falar que tenho os melhores
amigos do mundo. Não, eu não tenho.
Eles sequer são meus amigos de verdade.
Quando eu preciso, eles não me escutam. Quando eu preciso, eles
me deixam. Literalmente me deixam.
Então eu entendi que amizade é uma troca de interesses,
eu te escuto, você me faz sorrir, nós dançamos, nós bebemos, você
me pega em casa, eu te deixo em casa. Tudo é interesse.
Eu tenho meus interesses, você tem seus interesses. Não vou te cobrar por isso.

A dúvida do momento? Au pair.
Decidi ir aos Estados Unidos.
Medo? Sim, muito.
O desconhecido nos dá medo.
A sensação de tentar e não conseguir é horrível, frustrante.
Sim, muito medo.
Eu sei que barreiras existem em todo canto, mas tenta se imaginar num
canto em que você não pode fugir... Acho que a sensação de ir morar em
qualquer lugar que a gente desconheça é essa. Estamos livres, mas não
podemos fugir. Não sabemos como, nem pra onde. Então nos contentamos
em ficarmos presos.
1 ano às vezes passa rápido. Às vezes pode parecer uma eternidade.
Depende do referencial.
Mas são planos. Como tudo em minha vida, não sei se dará certo.

Minha namorada é minha vida. Ah, é. Sou lésbica.
Ia esquecendo de contar...
Algumas pessoas se dizem bi, ela mesmo se diz bi.
Eu acho homens bonitos, atraentes e até posso sentir vontade de beijar,
mas eu dou um prêmio, troféu, taça, medalha ao homem que conseguir
me conquistar. A gente é o que a gente é. Isso não muda.
Eu gosto de mulher, gosto de gostar de mulher, isso me faz bem.
E não é porque eu acho um homem beijável que sou bi.
Acho que eu teria que conseguir me envolver.

Sou ciumenta. Muito.
Cuido de quem eu amo. E na verdade, não amo muito.
Conto nos dedos de uma mão quem eu amo.
Depois que minha mãe morreu, tenho o terrível hábito de
perceber que posso viver sem as pessoas.
Elas são legais, únicas. Mas podemos viver sem.

Prefiro relacionamentos a amigos.
Poderia perder um amigo facilmente, mas perder um amor
é triste e doloroso.

Costumo pagar pela língua. Sempre que eu falo que eu nunca,
acaba acontecendo um "eu já". Então tento abolir o "nunca" do meu
vocabulário.

Algumas coisas são extremamente necessárias:
Beijar na boca uma vez na vida, fazer amor com quem a gente ama MESMO,
ver o mar, a lua, o pôr do sol e ficar só... Ficar só e lembrar de vários momentos
da sua vida.

É, estou bêbada.
É, amo você Thalita.
É, vou dormir.

domingo, 27 de setembro de 2009

E no fim tudo o que você quer é tentar me atingir. No fim, tudo o que você quer é chamar minha atenção. No fim, todas as pessoas são iguais. Todas as paixões são iguais. Todas as invejas são iguais. E toda forma de tentar esquecer, não é válida. Porque quanto mais tenta esquecer, mais se lembra. No fim, você quer um amor igual ao meu, uma vida igual a minha, uma paz igual a minha,
uma coragem igual a minha.
No fim você procura e não acha. No fim você só se perde... Tentando se destacar.